14.1.14
14.9.13
Apontamento de Lógica - Filosofia 11º ano
Bem vindos ao novo ano. Encontram o apontamento em Word nesta hiperligação:
https://groups.google.com/forum/?fromgroups#!topic/riskici/8oQnEzj1Thw
Posted by quim at 19:20 0 comments
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1.11.11
Apontamento complementar ao manual sobre retórica
O novo apontamento pode ser descarregado aqui:
http://groups.google.com/group/riskici/browse_thread/thread/2d4f1b9ca9808b02#
Posted by quim at 18:04 0 comments
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13.9.11
Novo apontamento comum a Filosofia e AI - Lógica
http://groups.google.com/group/riskici/browse_thread/thread/4d3e7d3bb6f2fa40#
Posted by quim at 20:08 0 comments
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20.1.10
Não te im-Portas, Sócrates?
Face à manifesta decadência de Francisco Louça, os dois maiores tribunos da política portuguesa, José Sócrates e Paulo Portas, confrontaram-se, no dia 2 de Setembro de 2009, num debate, a propósito das eleições legislativas, transmitido pela TVI. Como espelhos um do outro, em termos retóricos, foi curioso ver o recurso sistemático ao mesmo estilo retórico, incluindo, em vários casos, os mesmos tipos de falácias.Posted by quim at 00:16 0 comments
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3.1.10
O TGV verde e encarnado (vermelho, não, nem a falar de comunas, Jesus, credo)
Vejam-se estas declarações de António Ribeiro Ferreira a propósito de Jerónimo e do PCP: “A posição do PC é perfeitamente extraordinária porque eles, hoje, (...) foram à Amadora onde era a Sorefam (...), e o Jerónimo de Sousa diz esta coisa: sim, gosto do TGV, quero o TGV (...), mas quero as carruagens feitas em Portugal, os carris feitos em Portugal, todo o material feito em Portugal. (...) Não existe. Nós fazemos o Tgv, obviamente que as carruagens vêm de fora, os carris, o ferro vem todo de fora e nós temos uma incorporação de mão-de-obra, praticamente. (...) Agora, o que ele quer é a utopia total, não há, não há, deixou de existir, nós não temos ferro, quer dizer, a Siderurgia não há, a fabricação de carruagens, nós não temos há uns anos, e agora ele quer um TGV assim, mas com produtos nacionais. Está bem, então, vamos ter um TGV de plástico, para nós brincarmos todos com TGVs, podemos oferecer às crianças ao lado do Magalhães, um TGVêzinho de plástico (galhofa geral).” Repare-se, pode-se discordar da perspectiva do PCP, contrária à internacionalização da economia e defensora da existência de um forte sector produtivo nacional, nomeadamente um forte sector industrial, mas não faz sentido considerar que é uma utopia total que indústrias que existiam em Portugal ainda há meia dúzia de anos, não possam voltar a existir. Pode-se discordar da perspectiva do PCP que pensa que o Estado deve assegurar a existência de os sectores mais estratégicos da produção nacional, como ocorria até há umas décadas, mas não faz sentido considerar que é impossível algo que já foi possível e com menos custos que muitos empreendimentos megalómanos que têm sido feitos. Ainda menos faz sentido considerar absurdo que se queira produção industrial, siderúrgica, ferroviária, etc., em Portugal – mesmo sem o modelo do PCP, na economia de mercado, qualquer governo deveria desenvolver todos os esforços para voltarmos a ter um razoável sector industrial pesado.Posted by quim at 23:10 0 comments
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O primeiro defensor das PME
Depois de um remoque de Paulo Portas saudando o reconhecimento da importância das PME pelo PCP, Jerónimo de Sousa recordou que não existia qualquer referência no programa eleitoral do CDS-PP de 2005 às PME, contrariamente às 34 referências de 2009. A isto respondeu Paulo Portas da seguinte forma: “Eu acho que o deputado Jerónimo de Sousa foi influenciado pelo argumento do primeiro-ministro Sócrates que é o meu adversário, segundo o qual ele nunca foi primeiro-ministro e eu fui primeiro-ministro.” O argumento de Paulo Portas não podia ser mais disparatado. Primeiro, porque Jerónimo não se referiu a uma medida de um governo a que Portas tivesse pertencido, mas sim ao seu programa eleitoral. Segundo, porque Jerónimo não foi, certamente, primeiro-ministro ou sequer um qualquer ministro. Terceiro, porque isso nada tinha que ver com a questão – foi Paulo Portas que pretendeu valer-se de uma suposta anterioridade na atenção às PME, tendo sido cabalmente desmentido por Jerónimo e, não tendo forma de superar a inesperada refutação, socorreu-se de um argumento de algibeira que costuma utilizar contra Sócrates (e aí tendo, de facto, alguma razão).Posted by quim at 22:29 0 comments
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A fera amansada
Posted by quim at 22:04 0 comments
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O pequeno comércio e o fascismo
Posted by quim at 20:29 0 comments
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O caso da Manela
Uma dessas congregações de comentadores, ocorreu na SIC Notícias, entre Mário Bettencourt Resendes, Pedro Adão e Silva e Luís Delgado, moderados por Mário Crespo, notoriamente pouco virado para a ilibação do primeiro-ministro, ao contrário dos seus convidados. Um deles, aliás, Pedro Adão e Silva, viria, pouco depois, a substituir Vasco Pulido Valente na TVI, após a demissão deste por solidariedade com Manuela Moura Guedes, dando um teor muito mais rosa ao programa em causa. Mas vamos ao que nos interessa, ou seja, as falácias.
Tentando insistir na gravidade da censura, Mário Crespo sublinhou que, apesar de serem gente poderosa, José Eduardo Moniz e Manuela Moura Guedes acabaram por ser demitidos ou se demitirem. Para verem a importância das pequenas diferenças semânticas, vejamos esta precisão muito intencional de Mário Bettencourt Resendes: “Eu gosto mais da palavra influente do que propriamente [poderoso], eu não gosto muito de aliar a palavra poderoso a jornalistas porque acho que o poder dos jornalistas deve ser temperado por um conjunto de regras e de serviço público que está inerente à própria missão e profissão.” Esta distinção bizantina tinha um objectivo. Tratava-se de posicionar o assunto de forma a poder ser comparado com outra situação. Na sequência, afirma que o Marcelo ainda era mais influente e foi corrido, responsabilizando, porém, o capital por tal censura, na sequência de afirmações anteriores de Pedro Adão e Silva. Valha a verdade que, posteriormente, cede à argumentação de Mário Crespo que distinguiu entre a influência de um comentador e o poder do principal responsável da estação televisiva (e do seu sucesso), assim como o poder dentro da estação da sua esposa.Posted by quim at 19:56 0 comments
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Casamento homo
Posted by quim at 18:02 0 comments
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22.11.09
Nota sobre os argumentos de autoridade
Posted by quim at 15:11 0 comments
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21.11.09
Falácias da saúde
Posted by quim at 23:54 0 comments
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Dr. Jekyll Primeiro-Ministro e Mr. Hyde Sócrates
“Porque uma coisa é naturalmente discutirmos aquilo que, com amigos, como o fiz, relativamente às notícias que vinham nos jornais e aos conhecimentos informais, outra coisa, como disse no Parlamento, como primeiro-ministro, o conhecimento oficial e o conhecimento prévio, cativo desse negócio: Não tive. Eu não tenho nada a acrescentar ou a retirar. Outra coisa é, e não me apanham nesse jogo, agora, comentar conversas que tive com amigos meus que são do domínio privado e que, lamento muito, não aceito essa ditadura de as querer transformar em conversas públicas.”Posted by quim at 21:20 0 comments
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19.11.09
Apontamento 2 - Retórica e tipos de falácias (Fil - 11º)
http://groups.google.com/group/riskici/browse_thread/thread/7aa520ea0fb9a832
Posted by quim at 10:29 0 comments
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16.11.09
Falácias das “juventudes”
Posted by quim at 21:32 0 comments
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20.9.09
Apontamentos de Lógica para Filosofia - 11º ano
Bem vindos a Riskici. Podem usar este link para transferirem o apontamento de lógica:
http://groups.google.com/group/riskici/browse_thread/thread/92961ead662e625b
Posted by quim at 00:05 0 comments
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11.9.09
Falácias para-políticas - as "análises" das sondagens
como a base de comparação, considerando esses resultados como reais, passando os resultados das Europeias a figurar apenas como um epifenómeno susceptível de influenciar os resultados desta sondagem. Aliás, o responsável em questão excluía, por completo, a possibilidade de o PS ter um resultado semelhante às Europeias, não admitindo, pois, qualquer possibilidade de um erro crasso na sondagem, até porque não o admitia para a de Abril. Para ele, os 41% de Abril eram reais, os 26,5% das Europeias um epifenómeno de menor importância e os 37% da sondagem actual um indicador prejudicado por alguma confusão criada pelas Europeias. Consultando, aliás, o Jornal de Notícias, cheguei, aliás, à conclusão que os responsáveis da sondagem nem sequer acreditam muito na importância do epifenómeno, atribuindo, também, a mencionada descida (em relação à sondagem de Abril, como se as eleições nunca fossem termo de comparação) ao facto de a sondagem ter sido realizada durante o episódio da censura a Manuela Moura Guedes.Não pude deixar de me lembrar que certos órgãos de comunicação social, na própria noite das eleições europeias, imediatamente a seguir a se ter provado o erro das suas sondagens, mesmo as do dia das eleições, apesar dos resultados apurados contrários, apresentaram como um facto que, segundo sondagens por eles encomendadas, se as legislativas fossem naquele dia, Sócrates teria ganho essas eleições. Ou seja, procuraram, imediatamente, desmentir o resultado das eleições que tinham acabado de ter lugar, pelo menos no que se referia às eleições “a sério”, ou seja, as legislativas.
Posted by quim at 17:11 0 comments
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Novo ano, novas falácias - as deduções fiscais
com base na proposta de extinção das deduções fiscais das despesas da saúde e da educação. Alegava Sócrates que isso implicaria aumentar imensamente os impostos da classe média. Por duas vezes, Louça alegou que tal proposta estava dependente da condição de tornar o acesso à saúde e à educação gratuitos, incluindo medidas para tornar os manuais gratuitos, e, em ambas as ocasiões, a condição foi ignorada, sublinhando Sócrates a medida fiscal proposta como estando escondida (!) num programa público. Ora, se a saúde e a educação fossem verdadeiramente gratuitas, que despesas é que se poderiam deduzir fiscalmente, se elas haviam sido zero? Como se teriam tirado à classe média mil milhões de euros (não sei se o número avançado por Sócrates, incluiria também os PPR ou apenas as deduções na saúde e educação), se se tivessem reduzido a nada as despesas nestes sectores? Isso só aconteceria, se se tivesse optado pelo sector privado, o que se tem mostrado necessário devido às cada vez maiores deficiências do sector público. Mas se o sector público tivesse a universalidade que já teve, porque iria o Estado estar a financiar a opção pelo privado? Ora, em todo o debate, Sócrates ignorou sempre a condição do carácter gratuito desses sectores na proposta de Louça – e podê-lo-ia não ter feito, atacando o peso financeiro extremo que constituiria, para o Estado, a Saúde inteiramente gratuita, incluindo todos os remédios, e a Educação inteiramente gratuita, incluindo todos os manuais e outro material escolar – só que isso não conseguiria atingir imediatamente o objectivo pretendido que era, claramente, o de aterrorizar a classe média.Seria de esperar que, entre tantos comentadores, algum houvesse capaz de detectar uma falácia tão básica (que não nomeio aqui para que os alunos a possam identificar no futuro). Mas, de que me tivesse dado conta, não só nem um o fez, como a esmagadora maioria considerou que esse foi o momento decisivo em que Sócrates venceu o debate.
Notas: Em eventual trabalho, possuo a gravação do debate, podendo, assim, fornecer as citações exactas.
Posted by quim at 16:45 0 comments
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20.1.09
A fraude do orçamento de 2009
deputado do PSD, no programa Expresso da meia-noite da SIC Notícias, salvo erro no passado mês de Novembro (ainda não encontrei o papel onde tinha o dia registado), pouco depois da apresentação do Orçamento de Estado para 2009 pelo Ministro das Finanças Fernando Teixeira dos Santos.
Avisado da gravidade da acusação, replicou que explicaria porquê, sendo, imediatamente, contraditado pela drª. Manuela Arcanjo, antiga Secretária de Estado e Ministra de um governo do Partido Socialista, repetindo várias vezes “não consegue”. Afinal conseguiu e com facilidade – a argumentação foi, resumidamente, a seguinte: aproveitando uma alteração de metodologia, já referida por Teixeira dos Santos, no orçamento, diversos números que até este orçamento eram contabilizados na despesa corrente primária, foram dela retirados. Tudo seria normal e nada falacioso, se isto não fosse aproveitado para alegar a contenção do deficit à custa da despesa que alegadamente teria diminuído. Ora, ela só diminuiu devido à mudança dos critérios da sua contabilização. Assim, num ano em que os salários da Função Pública subirão 2,9%, ou seja, com uma suposta subida real de 0,4%, considera-se que a despesa com o pessoal desce. A despesa corrente primária que era de 39,3% do PIB em 2004 subiria, segundo os antigos critérios, para 40,9%. Mas, com os novos, “desce” para 39,1%. Que a intenção era, claramente, fraudulenta mostrou-o Miguel Frasquilho através de um gráfico do orçamento, onde se comparam os antigos números com os novos, sem fazer qualquer distinção e apresentando a percentagem do actual orçamento como uma descida. Ou seja, apesar de se reconhecer uma alteração metodológica, o que implicaria que os números fossem incomparáveis, eles são depois comparados como se se tratasse da medição de realidades idênticas.
Ora, a esta acusação Manuela Arcanjo responde em seguida: “Li o mesmo documento que o Miguel Frasquilho e não considerei que me tomassem por parva.” Ao que Frasquilho questiona: “Então acha bem isto que aqui está?”, sendo este “aqui” o gráfico já referido e que, por cima da mesa, ele lhe mostrava. Resposta de Arcanjo: “Ouça, eu não vou comentar gráficos. O convite não abrangia comentar gráficos.”Mais adiante, insistindo Frasquilho em que as alterações das classificações não estavam explicadas, nem comparadas, perante uma certa compreensão para com as alterações da parte de Ricardo Costa (com um argumento do tipo “em todo o lado isso acontece” que já identifiquei em artigo anterior), Frasquilho retorque: “Mas, então, explica-se e pode-se tomar as contas numa base comparável.” Ao que Ricardo Costa objecta: “Mas isso não é necessariamente uma fraude.” Ora, em vez de discutir o estranho conceito de fraude de Ricardo Costa, onde, sem explicar as diversas condições, apresentar uma subida como uma descida não é visto como fraude, Frasquilho responde com a sua entrada da noite (para o nosso propósito): “Aliás, o dr. Medina Carreira fez exactamente essa análise há pouco na televisão também.” Comentário de Manuela Arcanjo: “O dr. Medina Carreira é um purista.”
Já fora do contexto das sucessivas falácias que tereis que descobrir, a questão foi encerrada com Miguel Frasquilho a explicar o que foi retirado das contas, exigindo que o mesmo fosse retirado das contas dos anos anteriores para permitir a comparação (honesta, acrescento eu).
Posted by quim at 00:46 0 comments
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